Slide # 1

CONEXÃO VERTICAL - 13 de JUNHO

Nosso próximo evento é a Atividade de FÉRIAS. Será dia 31/01 (sábado) das 8:30h às 17:30h, com valor de 15 reais Leia Mais..

Slide # 2

CONEXÃO VERTICAL - 13 de JUNHO

Nosso próximo Conexão Vertical, do mês de Junho. Leia Mais..

Slide # 3

CONEXÃO VERTICAL - 13 de JUNHO

Nosso próximo Conexão Vertical, do mês de Junho. Leia Mais..

Slide # 4

CONEXÃO VERTICAL - 13 de JUNHO

Nosso próximo Conexão Vertical, do mês de Junho. Leia Mais..

Slide # 1

CONEXÃO VERTICAL - 13 de JUNHO

Nosso próximo Conexão Vertical, do mês de Junho. Leia Mais..

Mostrando postagens com marcador CONTRA BAIXO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CONTRA BAIXO. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de março de 2013

CONTRA BAIXO : HISTÓRIA DO CONTRABAIXO, PROPRIEDADES DO SOM E CONVENÇÕES


HISTÓRIA DO CONTRABAIXO, PROPRIEDADES DO SOM E CONVENÇÕES 



É com imenso prazer que inicio meus trabalhos aqui no Curso de Contrabaixo do Cifra Club. Pretendo através do mesmo passar a vocês alguns conhecimentos desde níveis básicos até avançado, mas sempre contando com uma certa progressividade. Abordarei técnicas, fundamentos de harmonia (voltada ao instrumento), histórias e o que mais for solicitado através dos e-mails recebidos.
Pretendo manter as aulas com a frequência média de 20 dias e a cada 5, será elaborada uma "especial" com o material mais solicitado por vocês (desde que tenha um certo contexto com as matérias anteriores).
Nesta primeira aula, iniciarei com uma breve história contando como surgiu o nosso tão querido instrumento, em seguida abordarei algumas propriedades do som e por fim darei explicações sobre convenções que ajudarão num melhor entendimento de nossas futuras aulas.
Estou à disposição, basta que me enviem e-mails com suas dúvidas, sugestões e elogios.
BREVE HISTÓRIA DO CONTRABAIXO ELÉTRICO (Texto de Raul Branco)
Fender Bass
Até os anos cinqüenta, sempre que um baixista arrumava um trabalho, era sempre o mesmo drama para carregar um gigante de madeira, desajeitado e pesado, até o local do show. Se fosse em outra cidade, o risco que todos os músicos correm até hoje: o descaso dos funcionários do trem, ônibus, navio ou avião com o transporte da bagagem. Sobrevivendo à viagem, havia ainda o problema do volume um tanto discreto do instrumento não microfonado, bem como execução e entonação do contrabaixo, com sua longa escala sem trastes e cordas.
Foi então que um homem mudou para sempre o mundo da música dando ao contrabaixo um status até então desconhecido. Leo Fender, um técnico em eletrônica de 42 anos do sul da Califórnia, lançou, no fim de 1951 o mais revolucionário instrumento musical do século XX. Inspirado na guitarra elétrica Telecaster, a primeira de corpo sólido com características contiporâneas, que ele colocara no mercado apenas um ano antes, Fender criou a guitarra baixo elétrica, ou simplesmente baixo elétrico.

Batizado Precision (pelos trastes em sua escala de 34 polegadas que permitiam precisão nas notas), o instrumento rapidamente tornou-se conhecido entre os músicos, passando a ser chamado por eles de Fender Bass por algum tipo. O tamanho da escala, considerado ideal até hoje, foi escolhido após muitas pesquisas e testes de erro e acerto por Leo e seu companheiro, George Fullerton. As escalas de 30 polegadas não permitiam que a corda vibrasse o esperado para produzir um bom som e a de 36 polegadas dificultava o músico, pelo tamanho das casas.
Seu desenho era arrojado e totalmente diverso do contrabaixo tradicional, assim como das tentativas fracassadas feitas anteriormente por Ampeg, Gibson, Audiovox e Regal. Seu corpo era feito em ash, com dois recortes, para permitir o acesso às notas mais agudas. O braço, em maple, era fixado ao corpo por quatro parafusos. As tarraxas Kluson se alinhavam em um só lado da mão e o som era transmitido a um captador em Alnico (liga de alumínio, níquel e cobalto), com controles de volume e tonalidade.
O Fender Bass era ligado a um amplificador desenhado especialmente por Fender para reproduzir as freqüencias mais baixas dos instrumentos, o Bassman Amp, lançado na mesma época. O baixo elétrico nasceu pronto, si que fosse necessária nenhuma evolução, ao contrário das constantes mudanças ocorridas com a guitarra, o órgão e até mesmo a bateria. Se você tiver curiosidade de comparar o Fender Precision 51 com um modelo atual, verá que as modificações feitas foram meramente cosméticas ou ocasionadas pelo natural desenvolvimento tecnológico, si alterar a concepção inicial. Não houve, na verdade, um protótipo, mas um modelo perfeito e definitivo.
Convidado por Leo Fender a visitar sua fábrica e experimentar o Precision Bass, o baixista William "Monk" Montgomery (irmão do guitarrista virtuose Wes Montgomery) foi um dos primeiros a divulgar o novo instrumento pelos EUA e Europa.
PROPRIEDADES DO SOM
Música
É a forma com que o compositor e/ou executante expõe seus sentimentos, através de combinações de sons que conservam entre si uma certa relação de lógica e ordenação.
Som
É o efeito produzido no órgão auditivo através do choque entre dois corpos. Um movimento completo de vai-e-vem de um corpo elástico se chama vibração. As vibrações são transmitidas ao ar na forma de ondas sonoras e essas chegam até nossos ouvidos produzindo então a sensação do som.
O som possui 4 propriedades:
- Duração: é o tipo de prolongação do som; o tipo que o som se propaga no ar através das ondas sonoras.
- Intensidade: é a propriedade do som de ser forte ou fraco, dependendo da força ipregada na sua repercussão.
-  Altura: propriedade do som de ser grave, médio ou agudo.
- Timbre: é a característica do som de cada instrumento. É o timbre que nos permite reconhecer a origem do som, de que instrumento esse som partiu.
(Há também os timbres entre dois instrumentos do mesmo tipo; por exemplo: dois baixos possuem timbres diferentes, mesmo que a diferença seja sutil).
Na escrita musical estas propriedades do som são representadas das seguintes maneiras (estudadas futuramente):
Duração – pela figura de nota e andamento;
Intensidade – pelos sinais de dinâmica;
Altura – pelo posicionamento da nota no pentagrama e pela clave;
Timbre – pela indicação do instrumento ou voz que deve executar a música.
Depois de termos analisado as quatro propriedades do som, veremos agora os 3 elementos fundamentais da música, que são:
Melodia: combinação de sons sucessivos com alturas e valores diferentes, dando um certo sentido lógico musical.
Harmonia: combinação de sons simultâneos e as relações que eles estabelecem entre si. Também pode ser definida como a ciência que estuda os acordes (sons simultâneos) e a maneira de concatená-los.
Ritmo: a maneira como os sons e silêncios são organizados, produzindo a pulsação da música.
CONVENÇÕES
Clave de Fá: Clave utilizada na leitura para contrabaixo e instrumentos graves.
Clave de Fá

Clave de Sol: Clave utilizada na leitura para instrumentos mais agudos.
Clave de Sol

Clave de Dó: Clave utilizada para sons médios.

Calve de Dó

Pentagrama: Composto por 5 linhas e 4 espaços nomeados a partir da clave:
Pentagrama

Espaços e Linhas Suplementares Superiores e Inferiores: Dá seqüência as notas fora do pentagrama.
Espaços e Linhas Suplementares Superiores e Inferiores

Compasso e barra de compasso:
Compasso e Barra de Compasso

Tablatura: as linhas representam as cordas do instrumento. Os números representam a casa que deve ser tocada.
Tablatura

Armação de Clave: indica a tonalidade da música.
Armação de Clave

Fórmula de Compasso:

O número de cima indica quantos tipos duram o compasso.
Os números de baixo indicam qual a figura utilizada para contar os tipos.
Fórmula do Compasso

Barra de Repetição: indica que se deve repetir o(s) compasso(s) entre as barras.
Barra de Repetição

Notas no pentagrama: as notas nas linhas do pentagrama são G (sol), B (si), D (ré), F (fá) e A (lá) e as notas nos espaços são A (lá), C (do), E (mi) e G (sol).
Notas do Pentagrama

Notas do Pentagrama

Espero que tenham gostado!
Abraço a todos e até a proxima aula!

terça-feira, 5 de março de 2013

CONTRA BAIXO : SLAP


SLAP


A pesar de ser guitarrista, conheço um pouco de baixo... Nesse artigo vamos dar introdução à técnica que é característica do contra-baixo elétrico: o SLAP!

A execução do Slap consiste em:
1º THUMB: Com o dedão "martelar" a corda dando um efeito sonoro característico. Você deve girar o pulso e golpear a corda onde termina o braço (em cima das últimas casas). Lembre-se que toda nota que você tocar deverá ter a mesma intensidade, ou seja, não poderá haver variação na força do golpe à corda. Muitos pensam que quanto mais forte a martelada em cima da corda melhor o som do slap fica, mas isso é falso. Slap é jeito e não força! No começo você vai ter dificuldades para tirar um som nítido, mas com o treino você vai perceber que tem um modo de tirar um som legal sem fazer força, vai achar um lugar ideal pra bater o dedão! (use o ossinho do meio do dedão para bater)
2º POP (ou PLUCK): Com o dedo indicador puxar as cordas (geralmentes as primeiras cordas - mais agudas) para que ela bata violentamente contra o braço do baixo, fazendo aquele som "estalado", típico do slap. Pode-se fazer o pop com os dedos anelar e médio também, mas aconselho o uso apenas do dedo indicador, por enquanto.
Essa técnica então se resume em: "bater na corda" (thumb) e "puxar a corda" (pop) gerando um som percusivo.

Na prática: Primeiramente vamos treinar o thumb.
Posicione seu dedão sobre as últimas casas do braço do baixo. Com um movimento de rotação do pulso afaste um pouco seu dedão da corda (afaste só um pouco) e retorne com o dedão rapidamente martelando a corda (comece tocando na MI). Quando você martelar a corda, seu dedão não pode continuar encostado (abafando), o segredo é bater e tirar o dedão rapidamente. O som obtido deve ser um "BOOOM", bem explosivo (abusando no sentido da palavra). Agora repita o processo na corda Lá. Depois alterne entre essas duas cordas. O thumb em tablaturas aparece como um "T" ou "S". Eis uma tablatura para o exercício acima:

    T  T   T  T   T  T  T  T
G|------------------------------
D|------------------------------
A|---------0--0------0-----0---- ...etc...
E|--0--0----------0-----0-------


Fatalmente ao tocar o exercício acima você terá um som embolado, "sujo". Para reverter essa situação você deverá abafar as cordas. Esse ponto é extremamente importante para uma boa execução do Slap. Agora é que a mão esquerda entra em cena! Ela deve ficar sempre muito próxima das cordas (coisa de milímetros) e ao tocar uma corda ela deve encostar para abafá-la. Por exemplo: Para você tocar o exemplo acima logo após que o golpe foi feito com a mão direita, encoste sua mão esquerda na respectiva corda golpeada, para abafá-la. O lance é: Mão direita: Golpear (thumb); Mão esquerda: abafar. Treine até que o abafamento seja perfeito (quando não houver mais um som embolado). Para treinar esse abafamento o ideal é ficar alternando entre as cordas. Toque a mizona, abafe. Toque a Lá, abafe. Volte para a mizona, etc...Não se preocupe com a velocidade agora, ela virá com o tempo e muito treino (assim como em qualquer outra técnica).

Agora, vamos praticar o thumb executando notas com a mão esquerda (digitando as casas) e "enfeitá-lo" com uns hammer-ons por exemplo! 

    T  T   T   T 
G|------------------ 
D|------------------
A|---------5h7p5---- ...etc...
E|--3--5h7---------- 

Note que após os hammer-ons o abafamento não é mais necessário, pois o som que fica a soar é o da nota ligada que não é produzida por um thumb.

Tocando notas mortas: Outro fato importante é o uso de notas mortas (que aparecem nas tablaturas como um "x"). Ela é que dá a característica percusiva do slap. Você usa esse "swing" e trabalha junto com a bateria. Para executá-la você deve fazer o mesmo lance de abafar as cordas, mas aqui você encosta os dedos da mão esquerda ANTES de golpear a corda. O resultado: não sai o som da nota - nota morta. CUIDADO: Na hora de abafar as cordas não use os dedos da mão esquerda em trastes como 5, 7, 12, etc..., pois senão o resultado obtido será um harmônico artificial! 

Misturando notas limpas e mudas:
Vamos agora misturar um pouco as coisas! Para execução da TAB abaixo é necessário uma coordenação da mão esquerda com a execução do thumb. Por isso não tente ser muito veloz agora no começo, tente ser preciso.
OBS: Utilize o metrônomo em seus exercícios!

     T  T  T     T     T    T  T        T  T
G|------------------------------------------------
D|------------------------------------------------
A|---------3--x--------3h5--5--------x--5--5--x--- ...etc...
E|---3--3--------3--x----------5--x---------------



Execução do POP: Agora, para termos um slap completo veremos a execução do POP.
Começamos com um exemplo na corda SOL. Posicione seu dedo indicador sob a corda, ainda sem pressionar nenhum traste com a mão esquerda, puxe a corda (só um pouco, não vá estourar sua corda hehe) e deixe ela bater contra o braço do baixo. O som obtido deve ser um som "estalado", um "PÉÉU". Agora repita o processo na corda corda RÉ. Alterne entre as cordas. O POP em tablaturas aparece como um "P". Eis uma tablatura para o exemplo acima:

    P  P  P  P  P  P  P  P
G|--0--0--------0-----0------ 
D|--------0--0-----0-----0---
A|--------------------------- ...etc...
E|---------------------------

POPs com Hammer-ons também "funcionam", é só treinar.

Aplicando: Vamos aplicar agora thumbs e pops ao mesmo tempo.
Obs: em 99% dos casos você vai executar o thumb na 4ª e 3ª corda (MI e LÁ) e o pop na 2ª e 1ª (RÉ e SOL)


Ex. 1: 
     T  P  T  P  T  P  T  P
G|------6-----6--------------
D|------------------4-----4--
A|---4-----4-----------------
E|---------------2-----2-----

Ex. 2:
    T  P  T  P  T  P     T  P  T  P  T  P
G|--------------------|-----5-----2-----3--|
D|-----5-----2-----3--|--------------------|
A|--------------------|--3-----0-----1-----| ---> Tema de "Mario
E|--3-----0-----1-----|--------------------|        World!!!!
(2 vezes) (2 vezes) 

Ex. 3:
    T  P  T       T  P  T   T
G|-----9-------------9--------------|
D|----------------------------------| 
A|--7-----4h5-----7-----4h5p4h5-----| ---> Trecho de "Bete Balanço" 
E|----------------------------------|

Ex. 4:
    T T P  T P P T T T  P    T T T P  T P P T T T T
G|------0-----------------|--------0-----------------|---
D|-----------0-3--------0-|-------------0-3----------|--- 
A|--0-0----2-----3-0------|--0-0-0----2-----3-0---2--|--- --> pequeno
E|-------------------3----|---------------------3----|---    groove.

Importante: Ao tocar em conjunto com um baterista, tenha sempre em mente:
THUMB -> Tem que ficar colado com o bumbo da bateria
POP -> Tem que ficar colado com a caixa da bateria
Crie linhas e ensaie com seu baterista!
Se estiver sozinho use sempre um metrônomo.

Dicas para ouvir: Marcus Miller, Stanley Clark, Stuart Hamm, Victor Wooten, Celso Pixinga, Zuzo.

Essa foi a introduçao ao SLAP! Por enquanto é isso...

Aula feita por Moisés 

FONTE - Cifra Club

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

CONTRA BAIXO : ARPEJOS



ARPEJOS 
Derivada do italiano arpeggio, a palavra arpejo significa “ao modo da harpa”. Em termos musicais, o termo designa a técnica em que as notas formadoras de um acorde são executadas de forma sucessiva, como em um dedilhado.
O assunto é mais costumeiramente associado à guitarra, em razão da popularidade do sweep picking – recurso que consiste na execução de um arpejo com palhetadas contínuas, em direção ascendente e descendente, proporcionando um efeito de grande velocidade – entre os adeptos das seis cordas, especialmente em estilos como heavy metal e hard rock. Entretanto, tem fundamental importância para qualquer instrumento: funciona como um poderoso artifício não apenas para o processo de composição, mas também para o estudo e o reconhecimento dos intervalos dos acordes, auxiliando o músico a aperfeiçoar sua percepção e capacidade de improviso. No contrabaixo, sua aplicação prática é mais freqüente na interpretação de frases e convenções. Os arpejos são, basicamente, compostos por tríadesou tétrades.

Arpejos para baixo: Tríades

As tríades são acordes constituídos de três sons diferentes, relativos à Tônica, 3ª e 5ª da escala. Representam as formações mais simples encontradas nos estudos de harmonia. Por meio das diferentes classificações de seus graus, obtêm- se seus quatro tipos: maior, menor, diminuta e aumentada (neste caso, não são consideradas as variações compostas por T, 3, 5b e T, 3b, 5#). Há um aspecto a ser ressaltado: ainda que suas notas sejam dispostas de maneiras diferentes, uma tríade continua sendo reconhecida como tal. Todos os exemplos contêm digitações para baixos de quatro,cinco e seis cordas. O tom utilizado é de Sol maior.

Maior

Arpejos para baixo: Tríade Maior para baixos de 4 cordas

Arpejos para baixo triades 1

Arpejos para baixo: Tríade Maior para baixos de 5 cordas

Arpejos para baixo triades 2

Arpejos para baixo: Tríade Maior para baixos de 6 cordas

Arpejos para baixo triades 3
Os arpejos para baixo compostos por tríades maiores são formados pelos intervalos de Tônica, 3ª maior e 5ª justa. Sua aplicação mais coerente é feita sobre acordes maiores, que contêm os mesmos graus de tons iguais. Quando a nota executada inicialmente é a 3ª, em vez da Tônica, tem-se o que chamamos de primeira inversão; no caso da 5ª, é a segunda inversão.

Menor

Arpejos para baixo: Tríade Menor para baixos de 4 cordas

Arpejos para baixo triades 4

Arpejos para baixo: Tríade Menor para baixos de 5 cordas

Arpejos para baixo triades 5

Arpejos para baixo: Tríade Menor para baixos de 6 cordas

Arpejos para baixo triades 6
Os arpejos de tríades maiores são diferentes dos menores apenas no terceiro grau: no primeiro tipo, é maior; no segundo, menor. E sempre utilizado sobre acordes menores para não haver risco de choque de terças com uma harmonia maior. Aqui, as inversões também ocorrem, mas não são tão convencionais.

Diminuta

Este formato de arpejo pode ser empregado apenas em acordes diminutos. Neste caso, as inversões são muito úteis, pois soam muito bem e fornecem excelentes opções em situações de improviso.

Arpejos para baixo: Tríade Diminuta para baixos de 4 cordas

Arpejos para baixo triades 7

Arpejos para baixo: Tríade Diminuta para baixos de 5 cordas

Arpejos para baixo triades 8Arpejos para baixo triades 9

Arpejos para baixo: Tríade Diminuta para baixos de 6 cordas

Arpejos para baixo triades 10

Aumentada

Do mesmo modo que a diminuta, a tríade aumentada também possui aplicação bem restrita. Os acordes que podem ser associados a ela são formados por Tõnica, 3ª maior e 5ª aumentada, formando um intervalo de dois tons entre seus graus. As inversões podem ser usadas dependendo da intenção e da função harmônica. É preciso frisar que, em tríades, existem somente quatro tonalidades de acordes aumentados (exemplos: C5+, C#5+, D5+ e D#5+), sendo que as outras são inversões. Neste tipo de tríade, a referência é o terceiro modo do campo menor harmônico (jônio 5#).

Arpejos para baixo: Tríade Aumentada para baixos de 4 cordas

Arpejos para baixo triades 11

Arpejos para baixo: Tríade Aumentada para baixos de 5 cordas

Arpejos para baixo triades 12

Arpejos para baixo: Tríade Aumentada para baixos de 6 cordas

Arpejos para baixo triades 13
Com isso, concluimos a primeira parte da série de posts sobre Arpejos para baixo, sendo este artigo focado em arpejos para baixo compostos por tríades.

FONTES - PORTA MUSICA

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

CONTRA BAIXO : NOÇÕES BÁSICAS DO BAIXO



NOÇÕES BÁSICAS DO BAIXO 

Os contra-Baixos podem ter 4, 5, 6 ou mais cordas, e se dividem em algumas partes:







Cordas do Contra-Baixo
Basicamente essas são as cordas encontradas no Contra-Baixo, E,A,D,G nos baixos de 4 cordas, no de 5 cordas B,E,A,D,G e de 6 cordas B,E,A,D,G,C. E--------------------------------------------------- A--------------------------------------------------- D--------------------------------------------------- G--------------------------------------------------- Dedos da Mão direita: (M.D) Polegar Indicador Médio Anelar Dedos da Mão esquerda : (M.E) 1 2 3 4
Notas no braço

Posicionamento para tocar

Geralmente toca-se sentado ou em pé:

Sentado:
- O baixo deve ser apoiado na perna direita
- Apóie-o na perna direita e segure-o pela parte interna do antebraço direito
- Usar a mão direito somente para tocar
- Deixar o braço do Baixo afastado do corpo e levemente inclinado para cima.

Em pé:

- È muito importante a escolha de uma alça, de preferência que tenha um lado mais áspero talvez uma de couro, e que seja larga, já que o Baixo é um instrumento pesado. A angulação correto do braço esquerdo é de 90º.
- Evite o posicionamento abaixo do joelho ou peito
- Deixar a paleta ou “mão” do Baixo na altura do ombro.

Importante

Antes de partirmos para parte de prática e teórica vamos falar de alguns tópicos importantes:

- Posicionamento de mãos e dedos: Mão Esquerda – Dedos perpendiculares ao braço (90º)e procurar tocar apenas com as pontas dos dedos. Um posicionamento de mão correto é ideal para que você consiga desenvolver uma maior agilidade e técnica.
- Estudo: Usar sempre o metrônomo, de forma que consiga desenvolver melhor a parte de pulsação e andamento. Lembre-se: Sempre comece devagar, e vá aumentando a velocidade gradativamente.
- Organize seu tempo na hora do estudo. Intercale partes Técnicas com Teóricas, não se prende a “lancinhos “ ou fraseados que não irão te levar a lugar algum.
- Ouça um pouco de Tudo. Vários estilos de baixistas.
- Estipule metas e objetivos como músico.

Afinando o Baixo

Lembre-se que você deve desenvolver bem os seu ouvidos. Por isso procure educá-los com paciência.

Para afinar o baixo temos que primeiramente acertar uma das cordas através do "Diapasão", procure sempre manter seu instrumento no diapasão, esta é a melhor referência para seus ouvidos.

Existem três tipos de diapasão:
1) Diapasão de garfo - Emite a vibração da nota Lá. Como a terceira corda do baixo solta é justamente a nota Lá basta acerta-la com o diapasão e depois, usando-a como referência afinar as demais cordas.Você vai perceber que o diapasão emite um Lá bem agudo enquanto a corda Lá do baixo é bem grave, no começo é um pouco difícil acertar as mesmas notas em oitavas tão distantes por isso aí vai uma dica:
DICA: Sem apertar a corda coloque o dedo suavemente sobre o traste à frente da quinta casa na corda Lá, isto produzirá um "Harmônico Natural". Este harmônico é a nota Lá também. Agora fica mais fácil de comparar com o diapasão.
2) Diapasão de sopro - É um apito que emite o som da nota Lá na mesma altura da corda solta. Há também modelos com seis apitos, cada um emitindo o som de uma das cordas do violão.
3) Diapasão eletrônico - Este aparelho capta o som da corda e indica se está na altura correta ou não, mostra através de um led ou uma seta se é preciso tencionar ou afrouxar mais a corda até chegar na altura exata. Apesar de muito útil para shows ao vivo, palcos escuros, etc. este diapasão não deve ser usado como desculpa de quem não consegue afinar o instrumento, qualquer pessoa pode treinar o ouvido a ponto de reconhecer quando as notas estão igualadas e portanto afinadas.
Após adquirir um diapasão tenha o hábito de sempre manter seu instrumento devidamente afinado de acordo. Como sabemos este instrumento geralmente tem quatro cordas que devem ser contadas de baixo para cima, ou da mais fina para a mais grossa: a primeira é a corda sol, a segunda é a corda Ré, a terceira é a corda Lá e a quarta é a corda Mi. Como percebemos cada corda solta leva o nome de uma nota musical, memorize-as.
Supondo que você já tenha ajustado o som da terceira corda (Lá) com o diapasão a maneira mais comum de afinar o instrumento é igualando o som emitido quando se aperta a quinta casa de uma corda com o som da corda abaixo solta.

Veja o gráfico abaixo e interprete como as cordas de seu instrumento devem ser afinadas:
Primeira corda ( SOL ) 0
Segunda corda ( RE ) 0 5
Terceira corda ( LA ) 0 5 
Quarta corda ( Mizão ) 5 

Muita gente pode perguntar como ficaria no caso dos baixos de cinco ou de seis cordas. Simples. Vamos a resposta!
O baixo de cinco cordas recebe uma corda mais grave, a corda SI. A ordem das cordas fica então "Sol, Ré, Lá, Mi e Si" e o processo de afinação é o mesmo: igualar o som da quinta casa com a corda abaixo solta.
Em relação ao baixo de cinco cordas o de seis recebe mais uma corda aguda, é a corda Dó. Portanto a ordem das cordas será: Dó, Sol, Ré, Lá, Mi e Si.

Há outras maneiras de se afinar o instrumento e uma delas é gerando um harmônico sobre o quinto traste de uma corda e igualando-o com o harmônico gerado no sétimo traste da corda abaixo. Não se pressiona a casa, basta encostar levemente o dedo bem em cima do traste indicado.

Obs.: Nem todos os trastes produzem harmônicos.

Propriedades do Som

Duração - é o tempo de produção do som.

Intensidade - é a propriedade do som ser mais forte ou mais fraco.

Altura - é a propriedade do som ser mais grave ou mais agudo.

Timbre - é a qualidade do som que nos permite a reconhecer a sua origem.

Noção de Intervalo - Semitom e Tom

Intervalo - é a diferença de altura entre dois sons.

Intervalo Melódico-é aquele em que as notas soam sucessivamente, ou seja, uma após a outra. Intervalo Harmônico-é aquele em que as notas soam simultaneamente, ou seja, tocadas ao mesmo tempo.Semitom-é o menor intervalo usado na música ocidental. Tom-é o intervalo equivalente à soma de dois semitons.
Sinais de Alteração
Sinal de Alteração, ou Acidente-é um sinal que indica alteração de Semitom ou Tom na altura da nota.Sustenido ( # ) -eleva a nota em um semitom Bemol ( b ) –abaixa a nota em um semitom.
Dobrado Sustenido (

) –eleva a nota em um tom. Dobrado Bemol ( bb ) – abaixa a nota em um tom Escala e Modo Escala - é uma serie de notas sucessivas, separadas por tons e semitons. Escala Ascendente - é aquela em que as notas se sucedem do grave para o agudo. Escala Descendente - é aquela em que as notas se sucedem do agudo para o grave. Escala Cromática - é aquela em que as notas se sucedem por semitons.

Escala Diatônica-é aquela em que as notas se sucedem por tons e semitons.


Graus-são as notas da escala,numeradas a partir da nota inicial

Padrões de cifragem

Exemplos em C

1. Tríade:
2. Tétrade:
Aula feita por Ariel Schimidt

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

CONTRA BAIXO : INTERVALOS


INTERVALOS

Há 12 notas diferentes na música tradicional: Dó, Dó Sustenido/Ré Bemol, Ré, Ré Sustenido/Mi Bemol, Mi, Fá, Fá Sustenido/Sol Bemol, Sol, Sol Sustenido/Lá Bemol, Lá, Lá Sustenido/Si Bemol e Si. Depois do Si vem o Dó uma oitava acima do primeiro Dó, e este ciclo continua. Essa sequência é chamada de escala cromática. Cada etapa nessa escala é chamada de um meio tom ou semitom. O intervalo entre duas notas é definido pelo número de semitons entre elas. Duas notas distantes um semitom, como Dó e Dó Sustenido, definem uma segunda menor. As notas que estão dois semitons distantes, como Dó e Ré, definem uma segunda maior. Isso também é chamado um tom inteiro. De semitom em semitom, os demais intervalos são a terça menor, terça maior, quarta justa, trítono, quinta justa, sexta menor, sexta maior, sétima menor, sétima maior e, por fim, a oitava.
A maioria desses intervalos também tem outros nomes. Por exemplo, um trítono é às vezes chamado de quarta aumentada se a notação das notas do intervalo parecer descrever uma quarta. Por exemplo, o intervalo trítono de Dó a Fá Sustenido é chamado de quarta aumentada, porque o intervalo de Dó para Fá é uma quarta justa. Por outro lado, se as notas do intervalo parecerem descrever uma quinta, aí o trítono é às vezes chamado de quinta diminuta. Por exemplo, o intervalo trítono do Dó ao Sol Bemol, que é na verdade o mesmo que o intervalo de Dó a Fá Sustenido, é chamado uma quinta diminuta, porque o intervalo de Dó a Sol é uma quinta justa. Em geral, se qualquer intervalo maior ou perfeito é aumentado em um semitom pela inclusão de um acidente (a indicação de bemol ou sustenido numa nota), o intervalo resultante é chamado aumentado, e se algum intervalo menor ou perfeito é reduzido em um semitom pela adição de um acidente, o intervalo resultante é chamado diminuto.


Portanto basicamente Intervalo é a distância entre duas notas.

Classificação e distâncias entre tons:

Nome do Intervalo         Distância em Tons     Distância em Semitons
Segunda Menor                      1/2 tom                   (1 semitom)
Segunda Maior                       1 tom                      (2 semitons)
Terça Menor                     1 tom e meio                (3 semitons)
Terça Maior                           2 tons                     (4 semitons)
Quarta Justa                      2 tons e meio               (5 semitons)
Quarta Aumentada                 3 tons                     (6 semitons)
Quinta Justa                       3 tons e meio              (7 semitons)
Quinta aumentada                   4 tons                     (8 semitons)
Sexta Maior                       4 tons e meio               (9 semitons)
Sétima Menor                         5 tons                     (10 semitons)
Sétima Maior                      5 tons e meio              (11 semitons)
Oitava Justa                             6 tons                    (12 semitons)
Nona Menor                        6 tons e meio             (13 semitons)
Nona Maior                             7 tons                    (14 semitons)
Décima Menor                      7 tons e meio            (15 semitons)
Décima Maior                          8 tons                    (16 semitons)
Décima Primeira Justa          8 tons e meio             (17 semitons)
Décima Segunda Diminuta        9 tons                    (18 semitons)
Décima Segunda Justa          9 tons e meio             (19 semitons)
Décima terceira Menor            10 tons                   (20 semitons)
Décima Terceira Maior       10 tons e meio             (21 semitons)

- Intervalos Simples são aqueles que estão contidos até a oitava (T, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8)
- Intervalos Compostos são aqueles maiores que oitavas (9, 10, 11, 12, 13)
- Os intervalos de 8a., 4a., 5a. e seus compostos 11a. e 12a. são chamados de justos porque possuem consonância perfeita, e a sua inversão também será um intervalo de consonância perfeita (justo). Na escala diatônica maior esses intervalos equivalem as notas que estão nas extremidades dos tetracordes.
- Os intervalos de 2a., 3a., 6a. e seus compostos 9a., 10a., 13a. maiores e todos os outro intervalos menores, aumentados ou diminutos possuem consonância imperfeita.
- Intervalos Enharmônicos são as que têm a mesma altura e nomes diferentes.

Qualificação dos Intervalos

Além da classificação em segunda, terça, quarta, etc. os intervalos admitem também uma qualificação.A razão desta pode ser compreendida observando o seguinte exemplo:
 Todos esses intervalos são de sexta, uma vez que constituídos das notas dó-lá.Entretanto, a diferença de altura varia, devido a alteração provocada pelos acidentes na nota lá.
    Cada um desses intervalos deve,pois,receber um qualificativo,afim de se diferenciar dos demais.
    É assim que um intervalo se qualifica em:

            Maior                     M
            Justo                        J
              
            Menor                    m
            Diminuto                    dim
            Mais-do-que-diminuto            + dim

            Aumentado                    aum
            Mais-do-que-aumentado         + aum 
         
    
Numa escala maior (por ex. na de dó), os intervalos existentes entre a tônica e a cada um dos outros graus são os seguintes:
 Ou seja:
Quando uma ou ambas as notas do intervalo sofrem alteração cromática, o intervalo se qualifica da seguinte maneira:
a)    Intervalos maiores (2ª,3ª,6ª,7ª):
b)    Intervalos justos (4ª,5ª,8ª)
Obs: O intervalo justo nunca se torna menor.
Intervalos no Contrabaixo

Obs.: Utilizando o C como nota base para os outros intervalos.

Aula feita por Ariel Schimidt