Slide # 1

CONEXÃO VERTICAL - 13 de JUNHO

Nosso próximo evento é a Atividade de FÉRIAS. Será dia 31/01 (sábado) das 8:30h às 17:30h, com valor de 15 reais Leia Mais..

Slide # 2

CONEXÃO VERTICAL - 13 de JUNHO

Nosso próximo Conexão Vertical, do mês de Junho. Leia Mais..

Slide # 3

CONEXÃO VERTICAL - 13 de JUNHO

Nosso próximo Conexão Vertical, do mês de Junho. Leia Mais..

Slide # 4

CONEXÃO VERTICAL - 13 de JUNHO

Nosso próximo Conexão Vertical, do mês de Junho. Leia Mais..

Slide # 1

CONEXÃO VERTICAL - 13 de JUNHO

Nosso próximo Conexão Vertical, do mês de Junho. Leia Mais..

Mostrando postagens com marcador VIOLÃO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VIOLÃO. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de março de 2013

VIOLÃO : COMO A MUSICA É PERCEBIDA NO CÉREBRO HUMANO


Como a Música é Percebida no Cérebro Humano

Provavelmente o desenvolvimento mais importante na investigação científica sobre a música foi a descoberta de que a música é percebida através da parte do cérebro que recebe os estímulos das emoções, sensações e sentimentos, sem antes ser submetida aos centros cerebrais envolvidos com a razão e a inteligência. Schullian e Schoen explicam este fenômeno: "Música, que não depende das funções superiores do cérebro para franquear entrada ao organismo, ainda pode excitar por meio do tálamo – o posto de intercomunicação de todas as emoções, sensações e sentimentos. Uma vez que um estímulo foi capaz de alcançar o tálamo, o cérebro superior é automaticamente invadido, e, se o estímulo é mantido por algum tempo, um contato íntimo entre o cérebro superior e o mundo da realidade pode ser desta forma estabelecido." 1

Tempo e espaço não permitem uma abordagem completa da percepção musical. É suficiente dizer que estudos nos últimos cinqüenta anos tem trazido à luz algumas descobertas bastante significativas, que podem ser resumidas como se segue:
  •        A música é percebida e desfrutada sem necessariamente ser interpretada pelos centros superiores do cérebro que envolvem a razão e o julgamento.
  •        A resposta à música é mensurável, mesmo quando o ouvinte não está dando uma atenção consciente a ela.
  •        Há evidencias de que a música pode levar a mudanças de estados de espírito pela alteração da química corporal e do equilíbrio dos eletrólitos.
  •        Rebaixando o nível de percepção sensorial, a música amplifica as respostas às cores, toque e outras percepções sensoriais.
  •        Tem sido demonstrado que os efeitos da música alteram a energia muscular e promovem ou inibem o movimento corporal.
  •        Música rítmica altamente repetitiva tem um efeito hipnótico.
  •        O sentido da audição tem um efeito maior sobre o sistema nervoso autônomo do que qualquer outro sentido. 2

Estas descobertas sugerem que Satanás é capaz de, através da música, desferir um ataque furtivo sobre qualquer pessoa que se disponha a ser indulgente com o tipo “errado” de música.
Pode-se concluir que a música por si mesma, e não apenas o texto, é uma questão chave na aceitação de música para a adoração. É por isto que uma palavra de advertência deve ser dada a todos os grupos que estão experimentando com novas músicas para a igreja e novos estilos de adoração. Mesmo um texto biblicamente sólido, quando conjugado com um veículo musical apropriado, torna-se uma “Babilônia” teológica, uma mistura do bem com o mal – verdade e erro. Referindo-se à queda do homem Ellen White diz: "Por misturar o mal com o bem, sua mente se tornou confusa, e entorpecidas suas faculdades mentais e espirituais. Não mais poderia apreciar o bem que Deus tão livremente havia concedido." 3
O profeta Ezequiel também adverte sobre os perigos de se misturar o sagrado com o profano: “Os seus sacerdotes violentam a minha lei, e profanam as minhas coisas santas; não fazem diferença entre o santo e o profano, nem ensinam a discernir entre o impuro e o puro; e de meus sábados escondem os seus olhos, e assim sou profanado no meio deles.... dizendo: Assim diz o Senhor Deus; sem que o Senhor tivesse falado.” (Ezequiel 22:26,28)
Misturar a verdade de Deus com as coisas do mundo é um negócio arriscado!


Aula feita por Jeffrey K. Lauritzen
FONTES - Cifras Club

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

VIOLÃO : COMO ACHA NOTAS NO BRAÇO


COMO ACHA NOTAS NO BRAÇO DO VIOLÃO

Olá, vamos descobrir então como achar notas no braço da guitarra? Esse é um assunto de vital importância para quem deseja tocar guitarra e também é um ponto que requer certa cautela, pois o instrumento, diferentemente de outros como o piano, não dá nenhuma indicação de como encontrar as notas em seu braço.
Quando olhamos a guitarra vemos seis cordas e vários trastes que formam as casas do braço do instrumento, então nesse momento fazemos a pergunta:

Como achar notas no braço da guitarra?

O primeiro passo para descobrir como achar notas no braço do violão ou guitarra é ter um bom entendimento sobre Teoria Musical. Ter consciência dos conceitos sobre Semitons, Tons, Notas Musicais, Acidentes Musicais e também a nota correspondente de cada corda do instrumento. Outra coisa importante também na hora de descobrir em como achar notas no braço da guitarra é que você não tenha nenhuma dúvida sobreAfinação da Guitarra. Caso você não sabia como afinar a sua guitarra, acesse esse link clicando aqui.
Portanto, ternos que ter em mente que a nota emitida por cada corda irá mudar, pois cada uma de!as tem uma afinação diferente. Cada corda deve emitir um som previamente definido, e eles são os seguintes:
1ª Corda = Mi
2ª Corda = Si
3ª Corda = Sol
4ª Corda = Ré
5ª Corda = Lá
6ª Corda = Mi

O próximo passo é ter em mente o objetivo dos trastes do instrumento, ou seja, saber que os – trastes formam o que nos chamamos de casas. Uma casa é o espaço compreendido entre dois trastes e que de casa para casa existe uma variação de um Semitom.
Então vamos agora tentar achar algumas notas no braço da guitarra. Vamos começar procurando a nota Fa# na primeira corda? Vejamos! Sabemos que esta corda solta emite a nota Mi, e sabemos também que a cada casa que avançamos ganhamos um Semitom Ascendente, portanto, ao pressionarmos essa corda na primeira casa teremos, a nota Fá, sendo assim, se apertarmos esta mesma corda na segunda casa iremos avançar mais um Semitom e então teremos a nota Fá#.
É importante lembrar que a primeira e a sexta corda têm a mesma afinação, portanto, o que foi feito até agora se repete da mesma forma na Sexta corda.
Vamos a outro exemplo na primeira corda, vamos procurar a nota Sol. Esta emite a nota Mi quando tocada solta e, se a apertamos na primeira casa aumentaremos em um semitom, então teremos a nota fá. Se apertarmos esta mesma corda na segunda casa teremos a nota um Fá#, pois acrescentamos outro semitom e se apertamos esta corda na terceira casa teremos a nota Sol.
Aqui o mesmo se repete na relação entra a sexta e a primeira corda, então teremos a nota Sol na Sexta corda.
Vamos a outro exemplo agora com a nota Si na quinta corda.
A quinta corda emite a nota Laá quando tocada solta, e se pressionarmos esta corda na primeira casa teremos a nota Lá#. Seguindo essa linha, ao apertarmos a segunda casa, teremos a nota Si que é a nota que procurávamos.

Agora outro exemplo com a nota Dó# na quinta corda.
Sabemos que esta corda emite nota Lá quando tocada solta, se tocamos esta corda na primeira corda teremos a nota Lá#, ao apertarmos a segunda casa teremos a nota Si e se pressionarmos esta corda na terceira casa, temos a nota Dó. Seguindo em frente temos a nota Dó# na quarta casa.

Agora outro exemplo com a nota Fá na quarta corda.
Fazendo o mesmo caminho anterior sabemos que a quarta corda quando tocada solta emite a nota Ré, portanto, se a pressionarmos na primeira casa teremos a nota Ré#. Se pressionarmos a mesma corda na segunda casa, teremos a nota Mi e, por fim, na terceira casa temos a nota Fá que desejávamos.

Novo exemplo, com a nota Sol na quarta corda.
Sabemos que essa corda emite a nota Ré, portanto se a pressionarmos na primeira casa teremos a nota Ré#. Se pressionarmos a mesma corda na segunda casa, aumentaremos mais um semitom e teremos então a nota Mi, mais adiante na terceira casa termos a nota Fá, já na próxima casa temos a nota Fá# e , por fim, temos a nota Sol, que procurávamos, na quinta casa.

Mais um exemplo agora na terceira corda com a nota Lá.
Esta corda emite o som da nota Sol quando solta. Logo, quando pressionada na primeira casa possuirá o som da nota Sol# e quando pressionada na segunda casa terá emitido o som da nota Lá.

Agora a nota Dó na terceira corda.
Já sabemos que esta corda quando solta emite a nota Sol, então, na primeira casa terá a nota Sol# e na segunda casa terá a nota Lá. Na terceira casa o som emitido é o Lá#, na quarta casa a nota emitida é o Si. Por fim, na quinta casa temos a nota Dó que procurávamos.

Vamos procura a nota Dó# na corda que nos resta, a segunda corda. Sabemos que esta corda solta é a nota Si, que se pressionada na primeira casa emite a nota Dó. Logo, sem seguida, na segunda casa, temos a nota Dó#, que procurávamos.
Vamos ao último exemplo, agora a nota Ré# na segunda corda.
Da mesma forma que já vínhamos pensando, sabemos que esta corda possui o som da nota Si. Logo, se pressionada na primeira casa, teremos a nota Dó. Se a pressionada na segunda casa, teremos a nota Dó#, na terceira casa temos a nota Ré e, quando pressionada na quarta cãs temos por fim, a nota Ré#.

Ao final desta lição espero que vocês tenham compreendido bem esta importante tarefa de como achar notas no braço da guitarra!
FONTES - PORTAL MÚSICA

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

VIOLÃO : NOÇÕES BÁSICAS DO INTRUMENTO


NOÇÕES BÁSICAS DO INSTRUMENTO



Olá pessoal! Hoje vamos falar um pouco de como funciona o esquema para entendermos sobre as mãos, o instrumento e alguns sinais para não nos perder na hora de estudar.
Até a próxima. E lembre-se: JESUS TE AMA!!!!!!!!
Para se tocar guitarra ou violão, é necessário que saibamos alguns pré requisitos para não nos atrapalhar na hora de tocar através de ou mesmo daquelas revistas encontradas nas bancas de jornais. Aí vão alguns conceitos sobre o instrumento.
As cordas do violão ou da guitarra são contadas de baixo para cima, sendo assim as cordas ficam dispostas da seguinte maneira.
1ª corda Mi    4ª corda Ré
2ª corda Si    5ª corda Lá
3ª corda Sol    6ª corda Mi
A 1ª, 2ª e 3ª cordas são chamadas primas ou seja agudas
A 4ª, 5ª e 6ª cordas são chamadas bordões ou seja graves
As Mãos

Os dedos da mão direita nós identificamos com letras. Estas letras são assim relacionadas:
( P ) para Polegar, ( i ) para Indicador , ( m ) para Médio e ( a ) para Anular
Os dedos da mão esquerda por sua vez são tratados por números, que se dispõe da seguinte maneira:  ( 1 ) para Indicador, ( 2 ) para Médio, ( 3 ) para Anular e ( 4 ) para Mínimo. Veja o desenho abaixo.
1
Desenho do Braço

Este desenho mostra todas as notas contidas no braço do violão ou da guitarra, proporcionando assim uma noção geral da localização das notas.
2

Após a 12ª casa as notas se repetem, por isso devemos saber a localização das notas decoradas e visualizadas, ou seja olhar para o braço e saber exatamente aonde está a nota que você quer tocar.

Tablatura

A tablatura foi desenvolvida para facilitar ao estudante ou mesmo os profissionais de violão ou guitarra para facilitar a leitura de um trecho musical. Vejamos como funciona.
3

Os números escritos nas linhas indicam que a corda deverá ser tocada na casa referente ao número escrito, apertadas com os dedos da mão esquerda. Este exemplo foi dado somente na 6ª corda mas poderia ser escrito em qualquer uma delas.
Na tablatura nós lemos as notas de baixo para cima e tocamos de cima para baixo.
*se tiver dúvida vire o violão ou a guitarra com as cordas para você, e terá desta maneira a forma que está escrita a tablatura.
Propriedades da GUITARRA e VIOLÃO
4
Assim fica a disposição dos instrumentos estude com atenção.

Os Instrumentos podem ser:
Acústicos: Quando produzem o seu próprio som.
Elétricos: Quando precisam de recursos eletrônicos para emitir som (amplificador e caixas)
Eletro-acústicos: São aqueles que podem ser tocados com ou sem recursos elétricos.
Teoria de Apoio
A música atual dispõe de vários estudos básicos para a formação do músico. Essas informações são valiosas na hora de tocar um instrumento seja ele qual for. Neste capítulo iremos conhecer alguns destes estudos. Vamos lá?
Sistema de cifragem
O sistema de cifragem funciona como um atalho para leitura dos acordes, pois se torna muito complicada a leitura de partituras e pela ansiedade que nós temos de tocar logo, então os grandes mestres desenvolveram esta maneira. As cifras são representadas por letras que substituem a leitura dos tons. Vejamos como se relacionam estas letras.
A    para  Lá
B    para  Si
C    para  Dó
D    para  Ré
E    para  Mi
F    para  Fá
G    para  Sol
Como tocar por cifras
Tocar por cifras é muito simples, pois trata-se de um esquema prático no qual você não lê notas e sim número em desenho do braço do instrumento. Veja como funciona.
5

a) Cifra correspondente ao tom
b) Cordas do instrumento, são contadas da direita para a esquerda
c) Dedos da mão esquerda que apertarão as cordas nas casas indicadas
d) Casas referentes ao braço do instrumento, são contadas de cima para baixo
e) O (x) indica as cordas à serem tocadas pela mão direita, a bolinha preta será tocada com o dedo polegar e as brancas com os dedos ( I ) indicador , ( m ) médio e ( a ) anular para dedilhados, quando for tocado batido ou seja com o movimento da mão toda, serão tocadas todas as cordas, menos as que estiverem assinaladas com o ( x )
f) Os números que se encontram abaixo dos círculos  indicam a distância intervalar das notas em relação à tônica ( nota que dá nome aos acordes, escalas etc.)
Como você pode notar as cifras correspondem às 7 primeiras letras do alfabeto. Estas mesmas letras adicionadas de uma letra minúscula, números ou sinais, alteram a entoação e formação do acorde. Vejamos alguns exemplos em ( DÓ ) de como devemos interpretar as cifras.
C…………………    Dó maior
Cm………………    Dó menor
C7……………….    Dó maior  com sétima menor
Cm7…………….    Dó menor com sétima menor
C7+……………..    Dó maior  com sétima maior
Cm7+…………..    Dó menor com sétima maior
C7+/9…………..    Dó maior  com sétima maior  e nona maior
C7/9…………….    Dó maior  com sétima menor e nona maior
C7/9+…………..    Dó maior  com sétima menor e nona aumentada
C7/9b…………..    Dó maior  com sétima menor e nona menor
C7/5+…………..    Dó maior  com sétima menor e quinta aumentada
C7/13…………..    Dó maior  com sétima menor e décima terceira maior
C6……………….    Dó maior  com sexta maior
C4……………….    Dó maior  com quarta justa
C9……………….    Dó maior  com nona maior
Cm7/9………….    Dó menor com sétima menor e nona maior
Cm7/9+………..    Dó menor com sétima menor e nona aumentada
Cm7/5b………..    Dó menor com sétima menor e quinta diminuta ou Dó meio diminuto
Cº……………….    Dó diminuto
Além deste exemplos existem muito mais maneira de se ler uma cifra, basta que ela corresponda aos acordes que você for formar ou tocar. Estes exemplos foram dados nas suas formas naturais podendo desta forma serem alteradas por um sustenido ou um bemol.
O que é sustenido ou bemol?????
É o que veremos à seguir em sinais de alteração OK? Mas, antes vamos conhecer a diferença entre tom e semitom.
Sinais de alteração
São sinais usados para mudar a entoação dos sons ( notas ) acima ou abaixo da sua afinação natural. São eles.
( # )    Sustenido: Eleva 1 semitom o valor das notas ou tons
( b )    Bemol: Abaixa 1 semitom o valor das notas ou tons
( X )    Dobrado sustenido: Eleva 1 tom o valor das notas ou tons
(bb)     Dobrado bemol: Abaixa 1 tom o valor das notas ou tons
( )    Bequadro: Anula qualquer um dos acidentes acima relacionados, fazendo com que as notas voltem ao seu estado natural.
Tons e Semitons
Semitom: é a menor distância encontrada na música ocidental.
Tom: é a distância entre uma nota e outra formada por dois semitons.
7
7
Os tons e semitons podem ser diatônicos ou cromáticos.
- Diatônicos: quando são formados por notas de nomes e sons diferentes. Ex:8
- Cromáticos: quando são formados por notas de nomes iguais e sons diferentes. Ex:
9
Aula feita por Juliano Moura

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

VIOLÃO : CAMPO HARMÔNICO


CAMPO HARMÔNICO

Para que possamos responder as perguntas como: "Para que serve o Campo Harmônico?", "Como surgiu a idéia musical do Campo Harmônico?", "Como usar?", e assim por diante, devemos ter certos conceitos bem definidos (como por exemplo: a formação de acordes, a formação da escala maior, os intervalos e etc.

 Para se montar o Campo Harmônico é muito simples: basta se formar as tríades a partir de cada grau da escala utilizando apenas as notas que a tonalidade permitir. Para que fique claro como se monta as tríades do Campo Harmônico de uma tonalidade, vamos utilizar, como exemplo, a escala de Dó maior: Dó - Ré - Mi - Fá - Sol - Lá - Si Mi - Fá - Sol - Lá - Si - Dó - Ré Sol - Lá - Si - Dó - Ré - Mi - Fá Si - Dó - Ré - Mi - Fá - Sol - Lá Sobrepondo as terças, nesta tonalidade, surgiram os seguintes acordes: C - Dm - Em - F - G - Am - Bm(5b) = Tríade C7M - Dm7 - Em7 - F7M - G7 - Am7 - Bm7(5b) = Tétrade Existem 4 tipos de Campo Harmônico: 1 - Campo Harmônico Maior; 2 - Campo Harmônico Menor Natural; 3 - Campo Harmônico Menor Melódico; 4 - Campo Harmônico Menor Harmônico. CAMPO HARMÔNICO MAIOR: I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5) C7M Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(5b) 

FONTES : http://www.contrabaixobr.com/t1836-campo-harmonico ).